PELOS ANIMAIS                
 

A exploração dos animais é a principal razão de luta do ideal vegano. Este ideal de liberdade é conhecido por muitos como "Abolição dos Animais". Abaixo seguem vários dos motivos que nos fazem participar deste movimento. Se você não estiver a fim de ler tudo isso e tiver banda larga, poderá assistir o filme "Terráqueos" no link Vídeos do menu. As primeiras partes do documentário mostram em filme tudo o que esta escrito aqui. 

    Vacas Leiteiras e Vitelos

A atual demanda elevada por produtos lácteos requer que as vacas sejam estimuladas além de seus limites naturais. São  submetidas a engenharia genética e recebem hormônios de crescimento a fim de produzir enormes quantidades de leite.

Em 1960, uma vaca produzia normalmente cerca de 3,5 ton de leite por ano. Com o advento dos hormônios sintéticos hoje a produção de uma vaca  pode chegar a 30 ton de leite num único ano. O BGH (Hormônio de Crescimento Bovino) aumenta a incidência de mastite que é a inflamação e infecção da mama. Depois de um tempo de exploração muitas não resistem ao desequilíbrio sistêmico e os membros com freqüência não respondem mais aos estímulos, causando ataques cardíacos e incapacidade corpórea.

A vaca é um animal de perfil dócil e olhos bondosos. Mas durante toda sua vida, é considerada simplesmente como uma máquina leiteira.

Já pensou que a mãe vaca tem o mesmo afeto pelo bezerro que um ser humano tem pelo seu filho?

Muitas sofrem com a separação de seus bezerros, destinados ao abate prematuro e também capitalista. 

Mesmo os poucos fazendeiros que escolhem não criar animais intensivamente são obrigados a eliminar o bezerro, que de outro modo beberia o leite.

Imaginem a mamãe vaca: "- Deixem meu filho aqui! Eu quero meu filho. Eu quero meu filho. Devolvam meu filho!". Ficará dias chorando e de luto, se lamentando por seu filho ter sido levado e trancado num engradado, quando não, logo escuta os gemidos da morte do mesmo.

 Na hora da separação algumas vacas-mãe entram em desespero e se debatem tentando evitar que o filho seja levado. Algumas acabam se fraturando e morrendo. Cenas que nós patrocinamos todos os dias quando consumimos os produtos lácteos.

Normalmente se pensa que não se precisa machucar a vaca para retirar seu leite. A verdade é que não é lucrativo manter as vacas vivas uma vez que sua produção de leite diminui. Assim, o consumo humano de laticínios leva diretamente ao massacre de vacas. 

Depois de explora-las até o ultimo dia de extração do seu leite, acontece o desfecho fatídico: mandam a vaca leiteira para o matadouro quando sua produção de leite diminui.

Para cada vaca leiteira que sobrevive por 4 a 5 anos até que sua produção de leite decline para níveis não lucrativos, ela e mais 3 ou 4 filhotes serão abatidos.

As vacas  são obrigadas a consumir antibióticos e outros medicamentos, devido as complicações que ocorrem em suas tetas, resultantes da exploração descomedida.

 

Bezerros ficam presos em caixas para não criarem músculos e depois serem vendidos como "baby-beef". Já parou pra pensar se fosse com você, como seria ser tirado de sua mãe ainda recém nascido, depois ser criado(a) dentro de uma caixa, apenas comendo alimentos líquidos? E o que sentiria ao saber que sua primeira caminhada fora da caixa, é nada mais que a ultima crueldade, pois estará indo direto para o abate (massacre)?

Quanto aos bezerros (vitelos): Como as vacas precisam gerar para lactar, beber leite de vaca cria o mercado da tortura aos vitelos Quando não são mortos ao nascerem, seguem para a prisão de engorda esperar a pena de morte (sem nada terem feito).

Os bezerros machos não oferecem grandes lucros para o mercado de corte, então são abatidos após poucas semanas do seu nascimento.

Seu sofrimento é intenso desde os primeiros dias de vida quando é retirado de sua mãe com 2 ou 3 dias. Em seguida é trancado num pequeno compartimento para que não possa se mover e assim não criar músculos, garantindo a carne tenra.

Por vários meses só recebem alimento líquido e leite para que sua carne fique branca e macia, o que lhes causa anemia. A falta fibras e minerais do pasto gera uma deficiência de ferro que pode causar anemia e quando isso ocorre são tratados com forte antibióticos.

Passados cerca de 5 meses de confinamento, a porta da prisão é aberta e eles ainda jovens experimentam a liberdade por alguns momentos enquanto fazem sua primeira caminhada. Só que em direção ao abate. É a carne vendida como “baby-beef” que sacia os caprichos da gula de algum burguês bonachão.

E sem falar de suas tripas, usadas como coalhos para fermentar quase todos queijos vendidos no Brasil. Quem consome alimentos com queijo (pizza, salgados, queijo na macarronada etc) continua promovendo a matança e exploração dos animais.

Você pode substituir o leite animal por leite de castanha (muito gostoso e rico em nutrientes, fica ótimo em receitas de bolos) ou pelo leite de soja.

Você pode substituir queijo branco por tofu (tem tofu amargo de gosto ruim, outros tem gosto muito bom, depende da fabricação). O catupiry de pizzas e salgados, você pode substituir por tofupiry (tofu batido no liquidifcador côm limão e azeite).

 Existem sucos de frutas misturados com soja muito bons (Del Vale) ou melhor ainda: você mesmo pode bater uma fruta no liquidifcador e colocar 1 colher rasa de extrato de soja em pó para fortificar o suco.

Não seja conivente com esse sofrimento. Boicote o consumo de carne, leite, produtos lácteos e os queijos de origem animal.

 

    A Farra do Boi

A Farra do Boi originou-se a Ilha dos Açores e acontece principalmente na época da Quaresma em Santa Catarina.

Alguns alegam que é "tradição", mas não passa de uma das mais cruéis praticas contra os animais onde muitas pessoas perseguem um boi e o torturam até a morte.

Todos os anos centenas de bois são torturados e mortos em mais de trinta comunidades de Santa Catarina. Além de ocorrer com mais freqüência na época da Páscoa, algumas comunidades celebram casamentos, aniversários, jogos de futebol e outras ocasiões especiais praticando o evento monstruoso. 

Nota do site: As pessoas fazem cerimônias especiais e a batizam com a Farra do Boi. Será que não se dão conta que isto só trará fluídos negativos ao evento?

Empresários, criadores de gado, cidadãos, donos de restaurantes, donos de hotéis e políticos, são os que doam os bois para a "festa". Antes do evento o boi é confinado sem alimento por vários dias. Para aumentar o desespero do animal, comida e água são colocados num local onde o boi possa ver, mas não possa alcançar.

A Farra começa quando o boi é solto e perseguido pelos ”farristas”, que carregam pedaços de pau, facas, lanças de bambu, barras de ferro, cordas, chicotes e pedras. Homens, mulheres e crianças perseguem o boi que, no desespero de fugir, corre em direção ao mar e acaba se afogando.

 

Já pensou se fosse o inverso? Não seria nada divertido. 

Não seja conivente com isso. 

Converse com seus conhecidos sobre a desumanidade que é a Farra do Boi.

 

Farra do boi é Crime. 

DENUNCIE:  Tel. :  0800-175717, Delegacias de Polícia ou ao IBAMA. 

Já comece a denuncia citando qual a lei. Mais informações: PEA 

Depois de Dias  sendo torturados, conseguem o "Alívio da Morte". Fontes da "World Society for Protection of Animals" afirmam ter visto o gado sendo torturado de diversas maneiras: animais banhados em gasolina e depois incendiados, pimenta jogada em seus olhos que, geralmente, são arrancados.

Participantes quebram os cornos e patas do animal e cortam seus rabos. Os bois podem ser esfaqueados e espancados, apedrejados mas há um certo ”cuidado” para que o animal permaneça vivo até o final da ”brincadeira”. Essa tortura pode continuar por três dias ou mais.

Finalmente o boi é morto e a carne é dividida entre os participantes. Para as pessoas que moram na área litorânea, onde a barbárie acontece, a Farra do Boi é apenas uma oportunidade pra se fazer uma festa e de se ganhar algum dinheiro extra, pois alguns moradores aproveitam para vender bebidas e petiscos para os participantes. (Nota do Site: Até onde vai o oportunismo humano?)

A Farra do Boi está proibida pela Justiça, mas até o ano passado o próprio governo de Santa Catarina não se preocupava em coibir o costume. Acabar de vez com a Farra do Boi depende do comprometimento das autoridades e principalmente da mobilização da opinião pública.

 

    Rodeios

Durante os rodeios se praticam atos intencionalmente cruéis e violentos contra os animais. Os animais têm seus rabos "torcidos"; são dados choques nas partes sensíveis; tem as partes intimas machucadas; pedras, anzóis, pregos e alfinetes são colocados sob a sela; As esporas pontiagudas provocam lesões nos olhos do bicho. Tudo isso para parecer que touros, cavalos e bezerros são selvagens, enquanto o "peão" é considerado herói.

Laçar os bezerros e lutar contra o gado são os atos que causam a maioria dos machucados nos animais. Quando o peão laça os bezerros que estavam em disparada corrida, freqüentemente os mesmos são levantados do solo bruscamente o que causa machucados e fraturas.

Muitos bois sofrem ruptura da medula espinhal e morrem durante a prova. Outros ficam com lesões dolorosas ou paralíticos. Quando têm órgãos internos rompidos,  morrem de maneira lenta e dolorosa.

 E depois de sofrerem diversos tipos de abusos, os animais são enviados a matadouros, golpeados e massacrados.

Por que alguns conseguem se divertir em cima do sofrimento dos inocentes e daqueles que não podem se defender? 

 

 

Não seja conivente com isso. Boicote estes eventos e Converse com seus conhecidos sobre a desumanidade dos Rodeios.

 

    Animais em Pesquisas 

 

 Todos os dias, milhares de animais são torturados e mortos em indústrias, laboratórios e centros de ensino e pesquisa.

Os animais são forçados  a ingerir e inalar produtos químicos; São arremessados contra paredes; Têm suas arcadas dentárias extraídas; São submetidos à radiação química; Tem a pele removida (sofrendo em carne viva) para aplicação de produtos; São expostos a gases tóxicos e às vezes dissecados ainda vivos. 

A maiorias das empresas não testam seus produtos em animais. Em vez disso,  são verificados quanto à segurança: via modelos de computador; in vitro (tubo de ensaio);  em pele humana clonada ou usando ingredientes já listados no registro da FDA de substâncias consideradas seguras. 

 As experiências com animais vivos é a mais cruel face do relacionamento entre homens e animais.

Empresas testam os animais e manipulam como querem os resultados, a fim de terem algum respaldo jurídico caso sofram algum  processo.

Médicos atestam que os testes feito em animais nunca trouxeram benefício ao tratamento de algum paciente envenenado.

Empresas que descontinuaram seus testes em animais incluem Avon, Dial, Estee Lauder, Gillette e Revlon. 

Outras continuam a praticar testes inúteis (os resultados dificilmente se aplicam a seres humanos) como o Teste Draize de Irritação dos Olhos, Teste da Dose Letal (substâncias são aplicadas no aparelho digestivo do animal até que uma certa porcentagem morra), e o Teste de Irritação Dermal (substâncias aplicadas à pele tosada do animal).

Ratos, coelhos, primatas, cães, gatos, porcos, camundongos e porquinhos-da-índia são as vítimas mais comuns.

Na verdade as empresas fazem estes testes (atrocidades) e manipulam os resultados como quiserem em seu benefício. Por exemplo, as indústrias de tabaco usaram os testes feitos em animais por décadas para "provar" que os cigarros não causam o câncer quando alguém tenta lhes processar.

TESTE DE IRRITAÇÃO OCULAR

 Para execução do teste, são colocados 100 mg de solução concentrada de determinada substância nos olhos de um grupo de seis a nove coelhos albinos que não receberam anestesia. 

O coelho albino é o mais usado pois é dócil, barato e tem olhos grandes, o que facilita a avaliação das lesões. Os coelhos permanecem em caixas de contenção, imobilizados pelo pescoço (muitos o quebram, tentando escapar).

 Não se usam analgésicos, pois os cientistas alegam que seu emprego altera os resultados. As pálpebras dos animais freqüentemente são presas com grampos que mantêm os olhos constantemente abertos.

 Embora 72 horas geralmente sejam suficientes para obtenção de resultado, a prova pode durar até 18 dias, quando então o olho do animal se transforma em uma ulceração dolorosa.

 

Não seja conivente com isso. Boicote produtos de empresas que fazem testes em animais! 

Acesse o site do  PEA e veja outros testes e  lista de empresas que torturam os animais. Neste site também há filmes e muitas fotos a respeito (as fotos mostram bem até onde vai a estupidez humana).

    Tráfico de Animais e Animais Presos

Qualquer animal que tenha por habitat natural a natureza, como as matas, cerrados  e pântanos, é considerado silvestre.

No Brasil, ao se caçar um animal silvestre, geralmente muitos filhotes também morrem, por falta dos cuidados dos pais então aprisionados. Imagine o estresse dos pais, ao saber que não poderá voltar ao ninho para cuidar da cria. 

Ou matam os pais e pegam apenas os filhotes devido serem mais fáceis de esconder no tráfico.

Entre os animais mais comercializados destacam-se as  Aves: papagaios,  galo-de-campina, Azulão,  canário-da-terra,  pintassilgo, coleirinho, pássaro-preto, pixarro, Araras, Tucanos,Tigre d'água, Saíra-sete-cores, Corrupião, Coleiras e outros como: Sagüi, tartarugas e cobras.

O tráfico de animais é um dos mais lucrativos mercados ilegais do mundo, só ficando atrás do tráfico de armas e de drogas.

De cada 10 animais caçados ilegalmente, somente um consegue chegar ao consumidor final.

O Transporte é a pior tortura destes animais. O Tráfico é geralmente feito em caminhões de carga. Os animais são alojados dentro de pequenos recipientes em meio a carga, sem água, sem alimento e com pouca respiração. Quando não, viajam junto ao motor (imagine você preso durante horas sem comer e nem beber num local quente, barulhento e abafado).

Muitos morrem vitimas do maus tratos ou ficam agonizando devido terem partes de seus copos quebradas ao serem colocados em pequenos recipientes. Pássaros são colocados naquele tubos de PVC e muitos tem sua cabeça quebrada.

O desespero dos animais é tanto que alguns traficantes chegam a dar calmantes ou álcool aos animais, para que fiquem "grogs" e evitem de morrer.

As leis  5.197/67 e a  9.605/98 amparam os animais silvestres,   proibindo sua caça e o comércio.

Os animais que sobrevivem são vendidos a criadores domésticos, grandes colecionadores, zoológicos, ou mesmo enviados ao exterior para laboratórios os colecionadores.

Outros, são traficados mesmo mortos, pois são vendidos à indústrias de bolsas e calçados de marcas famosas.   

Quando não há um comprador certo, os animais são vendidos em feiras livres, feiras de rolo, Aviculturas,  Pet shops ou lugares clandestinos como residências particulares.

Sabe aquela tartaruguinhas de água que vemos nas feiras? Podem ser de uma espécie americana (importada) que pode ser comercializada. Mas muitas vezes são na verdade de uma espécie  da nossa fauna e foram apanhadas em nosso rios.  São tráfico ilegal.

Independente se a tartaruga é de criação comercial ou da fauna, o erro é o mesmo visto pelo aspecto ético.  Aprisionar o animal numa baciazinha ou num aquário para servir de enfeite, sendo que naturalmente deveriam estar livres nos rios  é sem duvida um despropósito.

E sabe aquelas pessoas que tem papagaio em casa? Elas compraram o animal de alguém e patrocinaram o crime de outros 9 animais que morreram e estão privando o animal de viver livre na natureza, pois é lá o lugar deles. 

Foto: mypet.terra.com.br

 

O mesmo para qualquer tipo de pássaro.   Os pássaros  nasceram livres para voar nas árvores e não para ficarem o resto da vida confinados numa gaiola, empuleirados num pauzinho. Será que é tão difícil perceber que isso é uma tortura ao animal?

Você já pensou em ficar o resto da sua vida engaiolado num pequeno espaço, com apenas 3 degraus para você pisar, servindo de enfeite para um um grupo de desumanos? As pessoas são muito inconscientes.

 Não compre animais Silvestres. Não prenda nenhum animal em gaiola. Não prenda nenhum animal em áquario.  O lugar deles é livre na natureza.

Se informe sobre as leis citadas e ao vir alguém vendendo animais silvestres denuncie a policia ambiental da sua região. Já comece a denúncia citando a lei de enquadramento, assim se evita o possível descaso do policial.

Veja mais detalhes em: www.pea.org.br

 

    Rinhas de Galos (e outros bichos)

Antigamente as rinhas de Galo aconteciam em lugares rústicos e com pessoas de baixo nível social ou envolvidas em outras atividades ilegais. Hoje as rinhas de galo acontecem até em mansões e movimentam muito dinheiro. Os apostadores podem ser gente da alta sociedade e ditas "cultas". Mas a desumanidade independe do nível social.  Os galos entram numa arena e são atiçados a lutarem até que um deles morra ou que o dono do animal desista. Muitos ficam totalmente feridos que são abandonados pelos donos num canto pra morrerem a mingua. Outros ficam com seqüelas e dores para o resto da vida. Outros já saem mortos do ringue. 

Rinha de Animais é crime. Denuncie à uma delegacia normal ou a um órgão de polícia ambiental de sua região. Já comece a denuncia citando qual a lei de enquadramento para que você não seja tratado com desdém. Mais informações: PEA 

    Animais em Circos

Tirar um animal de habitat natural é um crime. Os circos que usam animais em shows, além de tira-los da natureza, ainda os exploram de maneira capitalista.

Os animais vivem acorrentados em pequena jaulas, as vezes sujas, as vezes privados de água e comida para se tornarem mais mansos.

Alguns tem garras arrancadas,  dentes quebrados e as vezes até a língua é cortada. Muitas vezes são machucados com barras de ferro ou madeira e há casos em que são  queimados com ferro em brasa. 

Domadores costumam deixar animais dias sem comer, como punição ou como uma técnica para que assimilem bem o ensaio para o show, quando então  recebem algum alimento como recompensa quando acertam o número. 

Os animais comem "o pão que o diabo amassou".   Mas, na cabeça dos tratadores, eles são bem cuidados.

Animal bem cuidado e ser livre na natureza, e não acorrentado e submetido a domesticamento, conseguido com chicoteadas, pedaços de pau e ferro ou em troca de alguma comida.

Não seja conivente com isso. Converse com as pessoas, mande cartas para o circo e promova o boicote a estas atrações.

"Circo Legal, Não tem animal."

Boicote circos que mantenham atrações com Animais.

Prestigie aqueles que apenas usam da arte e da criatividade humana para nos entreter e nos divertir.

    Gansos e Patos

Por ano são mortos cerca de 10 milhões de gansos e patos, usados na fabricação do patê de fígado, conhecido como patê de "Foie Gras"

As aves são mantidas, por toda a sua curta vida, em confinamento permanente dentro de gaiolas mínimas, o que as impede de fazer qualquer movimento. 

Alimentadas de 3 a 5 vezes ao dia de maneira cruel: são seguradas pelo pescoço, têm seus bicos abertos, onde é introduzido um cano metálico de 20 a 30 cm de comprimento, que chega até o estômago do animal. Uma alavanca então é acionada e bombeia, de uma vez, através desse cano, uma mistura de milho, gordura e sal. Essa alimentação gordurosa e forçada faz o fígado do animal se dilatar exageradamente, causando uma verdadeira tortura sistêmica no corpo do animal. 

Cada ave é forçada a ingerir até 3,5 kg de ração por dia, o que equivale a um ser humano ser forçado a comer 12,5 kg de macarrão por dia. 

Não seja conivente com esta tortura que alimenta um capitalismo bestial.

 Após a alimentação, um anel elástico é apertado no pescoço da ave para impedir que regurgite.

 Após 1 mês de tortura e alimentação pelo cano metálico, o animal é morto e seu fígado, retirado para produzir o patê.

 Verifique no supermercado que você faz suas compras se o patê é vendido. Caso perceba a venda do produto (por exemplo: supermercados Pão de Açúcar) faça alguma coisa: Escreva para o supermercado ou coloque uma nota no jornal sobre sua indignação. 


    Suínos e Bovinos para Abate            

Não patrocine esta tortura

Este jovem porco tem vida e sentimentos. Olhe bem a cara dele e reflita: Você precisa mesmo mata-lo? Deixar de comer lingüiça ou presunto, vão impedir você de viver bem?


"- Eu vi com meus próprios olhos. Animais desesperados terem sua cabeça perfurada com uma pistola pneumática, duas, três vezes. Então vinha um homem e cortava a garganta da vaca. Baldes de sangue jorravam. Foi horrível. Os animais se contorciam e gritavam. Um homem saiu de uma sala afiando sua faca e disse para tomar cuidado com as vacas que caem das correntes e atacam os trabalhadores."  (Mike Luce, após visitar um matadouro em Grant City, IL, Abril de 1997)

Várias espécies de animais são mantidas confinadas nos cativeiros de engorda, lugares de características infernais. No Brasil os animais mais explorados são as vacas, os frangos e os porcos. Muitos deste animais são confinados em espaços minúsculos, condenados a viver sem luz do Sol ou o mínimo de dignidade.

Os modernos antibióticos e vacinas são a razão pela qual os animais sobrevivem às condições intensivas até que atinjam o peso de mercado (ou tornem-se "improdutivos" como ocorre com as vacas leiteiras ou galinhas poedeiras que são enviadas para o matadouro quando sua produção cai).

As doenças são comuns nos sistemas intensivos e muitos animais morrem devido às péssimas condições de vida.
Porcas com cria convivem num espaço tão pequeno que mal conseguem se virar. Em um estudo realizado, a porcas em época de amamentação apresentaram uma taxa de mortalidade de 20% (Pig Intnl Abr/91).
A altas concentração de amônia dos excrementos queimam as vias nasais dos animais e causam doenças respiratórias (Poultry Health and Management, Gerenciamento e Saúde das Aves, 1992).

Porcas com cria convivem num espaço tão 	pequeno que mal conseguem se virar

A alta concentração de fezes devido ao confinamento causa várias doenças nos animais 

Não patrocine esta tortura

Porcos confinados passam por um tremendo sofrimento por não serem livres e poderem brincar na lama, como seria o natural.

Os animais nas fazendas fábricas estão sujeitos aos defeitos no controle de temperatura dos galpões. Em Las Vegas já aconteceu de 2 milhões de galinhas morreram de calor (Las Vegas Review-Journal, 1/8/93). No Novo México, centenas de novilhos morreram congelados durante uma nevasca (Associated Press, 12/25/97).

 

 

Vários procedimentos em animais de fazenda podem produzir dor aguda que se prolonga por horas ou mesmo dias.
Devido às contenção de custos, muitos não recebem nem analgésicos quando são mutilados. Por exemplo, o gado é marcado várias vezes durante sua vida (causando queimaduras de terceiro grau), chifres são removidos, castrações pelo corte dos testículos com facas ou forçando sua queda amarrando-os para interromper o fluxo sangüíneo. Mais uma vez, por razões econômicas, tudo é feito sem anestesia (Rollin, 1995).

Pela sua natureza, os porcos são curiosos e normalmente passariam metade do tempo cavando a terra. O enfado e a frustração do confinamento faz com que lutem e mordam suas caudas. A resposta da indústria é o corte das caudas dos porquinhos e a castração (tornando-os menos agressivos) sem o uso de anestesia (Rollin, 1995).

Não patrocine esta tortura

Não patrocine estas atrocidades

Não patrocine esta tortura
Animais não resistem o confinamento e a tortura. Muitos agonizam antes da hora. Na foto vaca agoniza diante de seu bezerro e suas companheiras.

O trauma infligido pelas fazendas-fábrica e pela exploração faz com que muitos animais não resistam e fiquem agonizando bem antes da data do abate. Alguns ficam muito doentes e tão fracos até mesmo para se alimentar ou caminhar, mesmo sendo açoitados ou empurrados com varas de eletro-choque, não se agüentam mais. Dependendo dos métodos do criador, estes animais que estão agonizando, por estarem fora do dia ou do local próprio para o abate, acabam sendo guinchados por correntes para a "pilha dos mortos", onde são abandonados.

Todos os animais sejam eles criados em fazendas fábricas ou confinados em pequenos espaços, são algum dia embarcados para o matadouro. Durante o transporte, os animais são prensados o máximo possível para minimizar os custos. Eles vivem sob os excrementos uns dos outros (o que vai contra a natureza de qualquer animais) e são expostos a condições severas de temperatura em caminhões abertos. Em países frios alguns tem partes do corpo congeladas, causando dores terríveis. Outros chegam a morrer devido a não resistirem e acabam congelados por inteiro grudados no chão ou nas laterais do caminhão.

Não patrocine esta tortura

Animais são Amontoados como produtos no estoque

Antes de Comer sua Pizza de Calabresa ou seu Hot-Dog, pense quanto sofrimento animal foi provocado para satisfazer nossa gula.

Alguns produtores não alimentam o animal durante a viagem que às vezes dura dias. Muitos não resistem a tortura e morrem antes mesmo de chegarem ao abatedouro. Pesquisas feitas nos cadáveres de suínos que iam para os açougues constataram em muitos casos a ausência total de glicogênio nos músculos de suínos, demonstrando que os mesmos foram submetidos a extrema exaustão física prolongada antes do abate. (Agri-Practice - Sep 95)

A vida inteira de um "animal para comer" é antinatural, incluindo geração artificial, violenta castração e/ou estímulo hormonal, dieta anormal com propósito de engorda, e eventualmente longas viagens com intenso desconforto até o fim da linha. Os currais/galinheiros, os aguilhões elétricos e torcer de rabos, o abjeto terror e pavor, todos estes portanto ainda fazem parte essencial da criação animal "moderna". Depois vem o transporte cruel e nos matadouros, as vezes há sangue espalhado no chão o que faz os animais pressentirem sua morte levando-os ao desespero de pressentirem o abate.

Pedaços do Animal vão para o Lixo

Não patrocine esta tortura

Se os Matadouros tivessem paredes de vidro... Os animais nos matadouros podem sentir o mau cheiro, ouvir os gritos e, freqüentemente, ver a matança daqueles que foram abatidos antes deles. Quando os animais se debatem com medo, os trabalhadores reagem com impaciência. O Dr. Temple Grandin relatou numerosos casos de "crueldade deliberada", incluindo trabalhadores que "gostam da matança" e de "atormentar os animais propositadamente", tendo "prazer sádico em arrancar com golpes os olhos do gado", batendo nas suas cabeças e dando eletro-choques em partes sensíveis dos seus corpos. Meat and Poultry (Carne e Aves) - Set.87

Os grandes produtores preocupados basicamente com produtividade e lucro. Eles não se preocupam com os efeitos sobre os animais. É como se elas não estivessem nem mesmo matando animais. Elas estão "desmontando-os", processando matéria-prima numa operação de produção. Dave Carney, National Joint Council, conforme descrito em Slaughterhouse (Matadouro), 1997

        Métodos de Abate                                              

 

As vezes os animais não morrem no primeiro golpe e ficam agonizando.

  • Pistola Pneumática: Uma "pistola" é encostada na cabeça do animal e uma vareta metálica perfura seu cérebro. Acertar um animal que se debate é difícil e o pino sempre erra o alvo ou não penetra o suficiente para causar inconsciência (Meat & Poultry, Mar.97), causando uma dor enorme.

  • Choques na cabeça: Um atordoador elétrico é utilizado para produzir um ataque e a garganta do animal é cortada, deixando-o sangrar até a morte. Numa pesquisa da USDA, Temple Grandin, PhD, afirma, "Uma amperagem insuficiente pode fazer que o animal fique paralisado sem perder a sensibilidade." (Survey of Stunning and Handling, Pesquisa em Atordoamento e manejo, Ag Res Serv/ USDA, 7/1/97). Um abatedouro de suínos estava usando somente 60% da amperagem considerada necessária para causar inconsciência. A inconsciência através de choques na cabeça é reversível e os animais podem recuperar o sentidos em segundos (Meat & Poultry, Jan 87). Em uma pesquisa da USDA em 1996 (Meat & Poultry, Mar 97), em 50% dos matadouros pesquisados, os procedimentos de atordoamento foram qualificados como "inaceitáveis" ou "com sérios problemas" em relação à crueldade contra os animais.

Não patrocine estas atrocidades

Animais são dependurados e tem suas gargantas cortadas

  • Abate Ritual: Os animais estão totalmente conscientes quando suas jugulares são cortadas. É presumido que o animal ficará inconsciente em 5 segundos, mas freqüentemente isso não ocorre (Toronto Star, 27/10/91). Alguns matadouros prendem o animal por uma perna e penduram-no de cabeça para baixo antes que suas gargantas sejam cortadas, resultando em danos dolorosos dos tecidos em 50% das vezes e, em algumas vezes, crises de vômito (Int J Stud Anim Prob 1(6)). O método de "prender e pendurar" pode ser o mAis cruel de todos, mas muitos matadouros dizem ser esse método mais eficiente.

O investigador humanitário Gail Eisnitz escreveu no livro "Slaughterhouse":
"Era uma fábrica onde suínos ficavam gritando, balançando pendurados por uma perna nos ganchos em meio as poças de sangue que causavam desespero em qualquer um, enquanto os trabalhadores interrompiam suas tarefas nos intervalos de meia hora para o almoço; Um lugar onde os atordoadores davam choques três, quatro vezes nos porcos... e as vezes ainda não totalmente mortos eram imersos e gritavam nos tanques de água fervente." 

Se você não acredita: Procure no link Vídeos o filme: Pocilda de Seqüestro e veja algumas das cenas citadas.

 

O sistema Capitalista transformou os animais em meros produtos de exploração

Um inspetor da USDA no Texas descreve o que viu:
"Gado sendo guinchado e sufocado... golpeados quatro, cinco, dez vezes. A todo instante que eram atordoados voltavam a vida e lá ficavam agonizando. Era presumido que seriam colocados inconscientes novamente mas, algumas vezes, não eram o suficientemente e iam para o processo de esfola do couro ainda vivos. Trabalhei em quatro grandes matadouros e em vários pequenos. São todos a mesma coisa. Se as pessoas vissem isso elas provavelmente se sentiriam mal, mas numa fábrica de empacotamento todos se acostumam, de forma que não significa mais nada." (Slaughterhouse, 1997) De acordo com Steve Cockerham, um inspetor de matadouros da USDA em Nebraska e o ex-veterinário da USDA Lester Friedlander, alguns matadouros rotineiramente esfolam o couro do animal vivo, jogam os porcos vivos em água fervente e cometem outros abusos em animais ainda conscientes de forma a não reduzir o ritmo da linha de produção. Afirmam que a lei federal que requer que os matadouros abatam os animais humanitariamente antes de desmembrá-los é ignorada na medida em que as fábricas crescem. Cockerham relata que sempre viu os trabalhadores deceparem as patas, orelhas e tetas do gado ainda consciente na linha produção, após a pistola de abate falhar. "Eles ainda piscavam os olhos e se mexiam. Era algo repugnante de se ver," ele disse. (Reuters, 2/4/98).

A lei no Brasil que diz que o abate deve ser rápido e indolor, através do uso de pistola pneumática (ou de espoleta). Mas muitos vezes são necessários outros golpes para que o animal morra, o que remete a uma morte nada indolor. E nos matadouros clandestinos bois, vacas e porcos recebem marretadas, facadas e são retalhados vivos, sem falar de outras torturas. Há pessoas que até aceitam a exploração dos animais e só se opõe à brutalidade da maneira que o animal é morto.

Por ano, mais de 25 milhões de animais são criados e mortos pela industria da carne, fato que deixa horrizada qualqeer pessoa que tenha um pouco de sensibilidde.

 

 

 

Saber da tortura que outro ser vivo sofre, depois de como são mortos e ainda continuar sendo o "patrocinador" disso tudo, é distorcer a palavra "humano". Não seja conivente com isso. Seja Vegano!

 

    Galinhas e Outras Aves

 

Tem uns "vegetarianos" que comem frangos. (?) Para quem não sabe as aves não são vegetais. Elas são animais cujas vidas são consideradas como sendo tão sem importância que a cada ano  se matam cerca de trinta bilhões delas para servirem de comida. E aproximadamente 2 bilhões delas são mantidas confinadas para suprirem os 500 bilhões de ovos que o mundo consome a cada ano.

As galinhas poedeiras do "capitalismo selvagem" são criadas em pequenas gaiolas lotadas. Vivem sob luz artificial quase o tempo todo (para que não consigam dormir e produzam mais). São alimentadas com hormônios que as fazem botar 2 a 3 vezes mais ovos que uma galinha em condições naturais botaria. Mas tem vida útil de 2 anos, pois depois disso deixam de produzir, diferente dos 20 anos que as galinhas produzem ovos sob condições naturais.

 A indústria de ovos agora está quase totalmente automatizada. Alimentação, iluminação, temperatura, e até mesmo troca de penas é controlado por máquinas; nada fica para a natureza. Os ovos rolam para uma esteira rolante, que os leva para fora do galinheiro.

Esteiras rolantes também trazem alimento e água para as gaiolas, que ficam empilhadas em diversas camadas. Os pisos das gaiolas são de grades aramadas, de modo que a sujeira cai dos andares superiores para as galinhas de baixo. O chão da gaiola é inclinado na direção das calhas alimento e água, de maneira que os bichos mais fracos freqüentemente são esmagados no fundo, suas penas desgastadas pelo constante contato com o arame, e finalmente morrem.

Normalmente, quatro ou cinco galinhas poedeiras vivem em uma gaiola com piso de arame do tamanho de uma folha de jornal dobrada. As caixas normalmente são empilhadas umas sobre as outras, deixando que o excremento caia nas aves de baixo. Freqüentemente, durante o dia, as galinhas tentam remover a sujeira e, na hora em que põem os ovos, elas tentam construir um ninho. Esse comportamento, que é necessário para seu bem-estar, não pode ser realizado numa gaiola de arame sem palha ou sujeira. Isto leva a fraturas nas pernas, ossos quebradiços, osteoporose e fraqueza muscular (Rollin, 1995).

 No começo do século, a galinha já era explorada pelos capitalistas. Uma galinhas punha em média 70 ovos por ano; Nos tempos recentes, com as novas técnicas de exploração, a média é de 275 (Rollin, 1995). No fim do ciclo de postura, as galinhas são "forçadas". Isto envolve mantê-las com fome por 18 dias, no escuro e negando água de forma a causar um choque corporal e um novo ciclo de postura. As aves podem perder mais de 25% da massa corporal e é normal que 5-10% morram (J Appl Poultry Res, 1992).

Devido ao fato de serem manipuladas para pôr ovos enormes, os úteros das galinhas podem "prolapsar" (o útero inteiro é expelido junto com o ovo). A galinha não consegue escapar de dores severas senão morrendo.

Nos galinheiros capitalistas, só o que importa são os lucros e os animais são apenas Estoque.

Para cada ovo comido, uma galinha deve viver em uma gaiola por aproximadamente 30 horas.

Na industria dos ovos, só as fêmeas interessam. Assim milhares de pintos machos são dispensados todos os anos nessa industrias, sendo empurrados para dentro de sacos de plástico onde são deixados até sufocarem ou são esmagados, outros são decapitados ou sufocados com gás.

Para os capitalistas os espaços apertados e a super-lotação é mais lucrativa. Mesmo que alguns animais não resistam e morram, a maior parte dos animais vai ganhar peso porque estão imóveis, e não importa para eles que estejam sofrendo pela impossibilidade de movimentação. Um empresário disse: “- as galinhas são baratas, as gaiolas são caras”.

As galinhas para abate são criadas em gaiolas ou ou em galpões super-lotados. Para que engordem mais rapidamente, lâmpadas artificiais ficam ligadas 23 horas por dia para que mantenham as aves acordadas e comendo.

 Agora estão inventando de colocar lentes de contato vermelha em seus olhos. Para que? Para que se movimentem menos ainda e engordem ainda mais, não pratiquem as agressões as companheiras e o canibalismo (quando estão num processo psicótico devido ao inferno que vivem).

Mas em muitos casos nem é preciso a tal lente vermelha, porque muitas ficam cegas: "O excesso de excrementos faz com que a amônia queime os olhos das galinhas, levando por vezes à cegueira." (Diseases of Poultry,  9th ed.)

Perus indo para o Abate.

As galinhas naturalmente exploram o ambiente ciscando e bicando. Nas jaulas do holocausto animal, as galinhas acabam bicando uma as outras o que cria feridas e doenças. Para combater isso, os trabalhadores cortam até dois terços dos bicos sem anestesia. O corte de tecidos delicados com a faca causa dor que persiste por semanas e até meses (Poultry Science, Ciência das Aves 71, 1992). Algumas aves não conseguem comer após o corte dos bicos e morrem de fome.

Quando o frango é criado para ser vendido para consumo, sofre numerosos problemas de saúde - afetando seus ossos e pernas - porque são tão "pesados de carne" que suas pernas não conseguem sustenta-los. A enorme quantidade artificial de carne em seus corpos causa dor e inflamação nas juntas, as quais são agravadas pelo fato dos animais de fazenda passarem suas vidas em pisos de concreto, chapas ou gaiolas de metal (sendo que a natureza os havia feito para andarem sob a terra).

Estresse: Galinhas conseguem conviver bem em grupos de até 90 animais, um número suficientemente baixo para que cada ave encontre um nicho na ordem galinácea. Em grupos de milhares como acontece nos grandes galpões, contudo, tal ordem social não é possível, e, em sua frustração, as aves se bicam umas às outras com tanta veemência que tiram sangue e até mesmo se matam. A seleção genética, para atender à demanda e também manter os custos de produção baixos, causa condições extremamente dolorosas. Segundo o professor veterinário John Webster, os "frangos para servirem de alimento" sentem dor crônica e boa parte de suas vidas. as vezes não movimentam... de tanto que dói suas juntas.

Investigação feita pela PETA em 1994 sobre a indústria do frango revelou aves sofrendo de desidratação, doenças respiratórias, infecções bacterianas, pernas aleijadas, ataques cardíacos, e outras mazelas sérias. Em vez de receberem eutanásia, aves doentes podem ser surradas até a morte com um pedaço de cano ou poderão ter suas cabeças ‘porradas’ com um cano que leva um prego na ponta. Outras simplesmente são deixadas sofrendo até que morram por si mesmas.

A ração de aves é especialmente formulada para encorajar aumento de peso. Milho híbrido fortificado com vitaminas A e D (para eliminar a necessidade nutricional de luz solar) e misturado com antibióticos para lutar contra as infecções oriundas da incrível sujeira pelo confinamento apertado e pesticidas para controlar as populações de moscas e diversos insetos parasitas. A indústria até mesmo desenvolveu meios de reciclar os próprios dejetos das aves de volta à dieta delas. (breéééé!!!)

Várias galinhas morrem diariamente devido a tortura. Quando o nível de produção de ovos baixa demais para haver lucro, todas galinhas são abatidas, e seus corpos maltratados viram alimento para cães e gatos, sopa de galinha, ração de animais da indústria de peles, e outros produtos variados. O galinheiro é lavado como preparo para a próxima leva de desafortunadas aves. (Adaptado do Original de Victor C. Forsythe )

Por fim as galinhas são transportadas para as granjas ou matadouros capitalistas. Mais uma etapa do sofrimento onde os animais são manejados rudemente. Os tratadores geralmente quebram as asas das galinhas quando pegam várias aves e as entulham em pequenas gaiolas nos caminhões de transporte. Muitas morrem ainda no caminho devido a brutalidade.

Quando o que foi citado para as galinhas também acontece com outras aves, como os perus que crescem tão rápido devido aos hormônios que o esqueleto de muitos não consegue acompanhar a engorda forçada e ficam deformados. Normalmente os perus tem problemas para ficar em pé, caindo e ficando prostrados.

Pode alguém olhar uma criatura vivente como uma propriedade, um investimento, um pedaço de carne, uma "coisa", sem degenerar em crueldade contra essa criatura? (Karen Davis, PhD, Prisoned Chickens, Poisoned Eggs - 1996)

E tem algo ainda pior: pesquisadores avançam nas noções de desenvolvimento de galinhas poedeiras sem penas, asas ou pernas (Am J Clin Nutr, 1994, 59:1110S-6S). De fato a bestialidade humana não tem limite.

Métodos comuns de abate de Aves

 

 

Pesquisadores da exploração animal registraram em vídeo frangos completamente conscientes sendo degolados. Após isso eles são jogados em um recipiente para sangrar. Alguns frangos escapam do recipiente e perambulam pelo matadouro sangrando até morrer (Humane Slaughter?, Los Angeles Slaughterhouse, Matadouro de Los Angeles, 1990; em vídeo disponível através do Vegan Outreach).

120mA é a corrente necessária para a indução de crise cardíaca a qual não apenas assegura inconsciência, mas também a morte em 90% dos frangos (Rollin, 1995). Entretanto, esta corrente pode danificar as carcaças das aves, de modo que correntes menores são normalmente usadas (Meat Processing,  Abr. 97). Aves fracamente desmaiadas sofrem "dor intolerável" (Turkeys  - Out.90). Milhões de aves ao ano não morrem antes de chegarem ao tanque de escaldamento e são cozidas vivas (Poultry Slaughtered, Condemned, & Cadaveres,  USDA, Jun 94).

Produtores poderiam investir me métodos mais humanitários de abate, mais alegam a inviabilidade no assunto devido as despesas: "o baixo valor econômico das galinhas poedeiras torna difícil a justificativa de métodos de abate de mais alto custo". Não seja conivente com isso. Acabe com as câmaras de tortura das galinhas e outras aves. Não consuma ovos, frangos, perus ou qualquer outro produto de origem animal.

Nota do site: Visitamos algumas granjas na cidade de São Paulo-SP e constatamos que é bem isso mesmo ou até pior. As galinhas são gordas de hormônios,  amontoadas uma sobre as outras, muitas com partes do corpo sem penas devido ao mal tratos,  confinadas na gaiola de sofrimento, com olhar de desespero e respiração ofegante parecem já pressentir o seu destino. Não havia nenhuma ração nas calhas, mesmo assim algumas bicavam o lugar vazio, tentando engolir alguma poeira da ração ou mesmo numa atitude masoquista para passar o tempo.  Seriam abatidas em alguns minutos. A hora fatal se aproximava.  Olham para nós, "Deuses" em potencial que poderiam tira-las daquela tortura e mudar seu final trágico.  É triste saber teoricamente o que acontece, mas quando você esta ao vivo presenciando os fatos, é muito pior. É uma indignação misturada com uma sensação de impotência. Lamentamos por não termos podido salva-las. Deu vontade de compra-las todas e solta-las em alguma fazenda. Mas estávamos sem dinheiro e não temos carro.  E sabíamos que isso não vai resolver o problema, porque virão outras ocupar o lugar daquelas. "O freguês" ira vir em seguida comprar sua mistura e o dono da granja vai comprar ou "fabricar" mais animais para revender. Só nos resta lutar da maneira mais coerente com nossas condições: coscientizando outras pessoas sobre o porquê da causa vegan.

 

 

    Peixes 

A presença de bradiquinina, endorfinas e nasoreceptores em torno dos lábios e boca de um peixe indicam que ele sente dor quando fisgados e depois sufocados.

Os peixes têm receptores de benzodiazepina o que indica que sentem ansiedade, assim como dor. Peixes, anfíbios e répteis tem respostas "variáveis" à dor, o que mostra que as respostas não são simples reflexos.Peixes para consumo já estão sendo criados atualmente em tanques e também já se uso de hormônios artificiais para acelerar sua engorda.

Fontes: "Fish Feel Pain" Animals Today, Nov 96 - Jan. 97.    e     Ninan, et al, Science, 218:1322-4

Outra conseqüência devido a pesca dos peixes (no caso dos de alto mar)  é a morte de muitos outros animais. As imensas redes de arrastão usadas pelas pesqueiras comerciais, capturam e matam tudo no seu caminho: golfinhos, baleias, tartarugas marinhas e muitos pássaros . Todos acabam morrendo.

Não patrocine o desespero dos peixes e sua morte. Não permita que outros animais sejam mortos nas redes de arrastão. Não coma nenhum alimento que seja cadáver animal.

 

 

    Gatos e Cachorros

Coreanos e chineses são mestres na arte da crueldade. Eles acreditam, entre outros absurdos, que o animal abatido com requintes de tortura, proporciona uma carne afrodisíaca, com poder de cura. Gatos são abatidos vivos e queimados com maçarico. Cachorros são espancados até à morte.

Nota do site: Sem comentários. Se esse lance do karma realmente existir ficamos imaginando as barbaridades que acontecerão no planeta com alguns membros da raça humana nos próximos tempos. Muitas pessoas indignadas com este assunto estão boicotando as Olimpíadas da China.

No Brasil, é comum pessoas abandonarem cachorros e gatos nas ruas, não se importando com que fim terão, nem que morram de fome.  E pessoas que querem se livrar de animais alheios compram chumbinho e colocam em meio a comida do animal que tem a partir de então uma morte sofrida por demais.

E ainda há aqueles donos irresponsáveis que não zelam pelo animal, os deixam passar fome e sede, e quando doentes não oferecem tratamento adequado e deixam o animal morrer a mingua. 

O que dizer destas pessoas? Quando o bom senso não consegue civilizar, só resta apelar para a lei. Mal tratar um animal é crime. Denuncie!  Veja como fazer no site: www.pea.org.br

Muitos donos abandoam seu animal na rua ao diagnosticarem alguma doença.

 

    Vivissecção

A vivissecção, assim como os testes em animais, é outra face cruel a qual os animais são submetidos.

Cursos de graduação como medicina e veterinária, utilizam de animais para fazerem experiências e treinamento de cirurgias.

Alguns animais recebem substâncias que provocam anomalias no organismo a fim de os estudantes saberem seu efeito no organismo.

Os animais são as vezes dissecados e operados ainda vivos e sem anestesia, evidenciando toda a crueldade humana.

Estas praticas são desnecessárias hoje em dia, visto hoje haverem protótipos do corpo humano que apresentam muito maior utilidade no treinamento de cirurgias. Existem os vídeos de experiências já feitas nos animais ou mesmo de cirurgias em humanos, que muito mais auxiliam os estudantes  pois eles podem voltar e pausar as cenas, maximizando a observação. Sem falar que a quantidade de certa substância que provoca uma reação num  animal é totalmente diferente da que seria necessária num ser humano e até mesmo as reações podem ser diferentes.

 

Instituições conscientes do embasamento ético utilizam de animais que realmente estejam doentes e precisando de cirurgia. Acompanhados de um professor os alunos realizam a operação com todos os cuidados possíveis como a anestesia. Estas instituições investem num objetivo assistencial, diferente de outras que tratam o bicho apenas como um "experimento"  em que o animal geralmente vai parar numa lata de lixo depois de usado em uma aula.

 

Alunos indignados com as atrocidades, criaram Ongs e grupos para solicitar o fim do uso de animais em aulas.

Se a sua Faculdade promove este tipo de aula e você também concorda que são sacrifícios desnecessários,  procure estas ONGs e se informe como agir.

Muitos alunos iniciaram um protesto solitário em suas escolas e conseguiram depois a  adesão de vários colegas e até mesmo conseguiram acabar com as aulas.

Seja solidário.  Diga NÃO à Vivissecção.